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POETA É O POVO

POESIA

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14
Jun20

ALVORADAS


sopa-de-letras

Passeio-de-balão-pelo-Alentejo_Crédito-Vila-Galé-Clube-de-Campo-864x520.jpg

 

Madrugada transparente
Lembrando auroras distantes
Gravadas na minha mente
Como estrelas cintilantes

Amo a paz da madrugada
Quando alegres passarinhos
Anunciam a alvorada
No canto dos seus biquinhos

E em momentos assim
Volto sempre ao Alentejo
Vou ao mais fundo de mim
Saudosamente o revejo

Auroras quentes de verão
As searas já douradas
Salpicadas de Paixão
Por papoilas encarnadas

Ao longe no horizonte
O dia a clarear
E na ladeira do meu monte
Um coração a palpitar

Quem dera eu possa voltar
Uma vez mais a sentir
Esse terno madrugar
Dos sonhos e do porvir

Maria Letras, UK
14.06.2020

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