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POETA É O POVO

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23
Nov13

NEVOEIRO


sopa-de-letras

Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011
NEVOEIRO

 

 

Fui la fora fumar um cigarro.

Das estrelas de ontem `a noite, nem o rasto.

Das arvores altas, esbatidas pelo nevoeiro,

Chega-me o chilriar dos passaros.

Unico sinal de vida nesta madrugada.

Na minha alma, a tua voz teimosa,

Insistente, vinda das brumas do tempo.

Chega-me cansada, magoada,

Viajante faminta atraves dos seculos.

Como se a minha alma fosse um oasis,

Bem no meio do deserto.

Aqui se instalou e acredito que

Aqui permanecera ate ao fim dos tempos.

Alguem, alguma vez, em algum lugar,

Venceu uma batalha

Contra as forcas da natureza?

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