POETA É O POVO
POESIA
14
Mar 14

publicado por sopa-de-letras às 01:57
02
Fev 14

Sexta-feira, 18 de Maio de 2012
NO TE QUIERO SINO PORQUE TE QUIERO

 

publicado por sopa-de-letras às 20:52
29
Jan 14

Domingo, 15 de Abril de 2012
FOME DE AMOR

 

publicado por sopa-de-letras às 22:25
29
Jan 14

Domingo, 15 de Abril de 2012
O OPERARIO EM CONSTRUCAO

 

publicado por sopa-de-letras às 22:23
29
Jan 14

O mostrengo que está no fim do mar

Na noite de breu ergueu-se a voar;

A roda da nau voou três vezes,

Voou três vezes a chiar,

E disse: «Quem é que ousou entrar

Nas minhas cavernas que não desvendo,

Meus tectos negros do fim do mundo?»

E o homem do leme disse, tremendo:

«El-Rei D. João Segundo!»

 

«De quem são as velas onde me roço?

De quem as quilhas que vejo e ouço?»

Disse o mostrengo, e rodou três vezes,

Três vezes rodou imundo e grosso.

«Quem vem poder o que só eu posso,

Que moro onde nunca ninguém me visse

E escorro os medos do mar sem fundo?»

E o homem do leme tremeu, e disse:

«El-Rei D. João Segundo!»

 

Três vezes do leme as mãos ergueu,

Três vezes ao leme as reprendeu,

E disse no fim de tremer três vezes:

«Aqui ao leme sou mais do que eu:

Sou um povo que quer o mar que é teu;

E mais que o mostrengo, que me a alma teme

E roda nas trevas do fim do mundo,

Manda a vontade, que me ata ao leme,

De El-Rei D. João Segundo!»

 

Fernando Pessoa, Mensagem, 1934

 

 

 

 

 

Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
O MOSTRENGO

 

publicado por sopa-de-letras às 21:41
08
Dez 13

publicado por sopa-de-letras às 10:32
tags:
06
Nov 13

ANTONIO VIVALDI- SUMMER

Verao nao `e apenas uma das quatro estacoes do ano; pode ser tambem um estado de espirito.

 

 

 

13.08.11 BL

publicado por sopa-de-letras às 20:52
tags: ,
06
Nov 13

publicado por sopa-de-letras às 20:37
31
Out 13

Quando navegas em meu corpo, amor,

Tudo parece conjugar-se harmoniosamente.

As tuas maos ondulantes

Acariciando a areia fina da minha pele,

Levantam ondas de fogo

Que a minha alma vai libertando.

Os teus labios procuram nos meus

Os monossilabos que vao matando

A tua sede de paixao.

Nos teus olhos eu descubro o infinito.

Nesse momento, amor,

Eu quero que o tempo pare.

Quero eternizar esse saciar

Dos nossos desejos.

Quero que encontres no meu mar,

Todas as sereias que,

O teu imaginario produzio.

Quero que encontres nos meus seios,

O conforto dos seios que um dia te alimentaram.

Quero que encontres no meu abraco

Todos os carinhos que se perderam no tempo.

Quero que renascas em mim

E para sempre mergulhes

Ate as profundezas do meu ser. 

 

MDM

publicado por sopa-de-letras às 23:56
tags: , ,
31
Out 13

publicado por sopa-de-letras às 23:27
Agosto 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
24
26
27
28
29
30
31
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
links
comentários recentes
Estamos sempre a tempo de ser felizes.
Ta...ta...ok...ta.... I love you...
Jorge Miguel....falamos la dentro ....ta????kkkkkk...
Isabel querida, obrigada pelas tuas palavras. Esto...
Pessoalmente fiquei abismado... nao porque duvide ...
Querida mana do coraçao ,já chega de sofrimento,tu...
Obrigada por visitar e comentar.Sinta-se em casa.
Évora é a nossa Mátria!http://aquem-tejo.blogs.sap...
Muito obrigada pelo seu comentario , meu amigo. Eu...
Olha que surpresa agradável me faz a amiga M.V.Let...
blogs SAPO