POETA É O POVO
POESIA
11
Jul 14

 

Nao me vem do coração

Nao me vem da alma

Nao me vem do corpo

Vem dum espaço

Em mim desconhecido

Este amor cigano

Que vive do que rouba

Que se alimenta de lágrimas

E mata a sede

Nas tuas maldades

 

Vergada `as evidencias

Dobrada sobre o meu ventre

Enrolada sobre mim mesma

Carpindo

Destilando a minha dor

Vou definhando

 

 

 

 

 

 

publicado por sopa-de-letras às 22:19
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10
Jul 14

QUANDO A MULHER DA O QUE TEM

QUER EM TROCA O TEU RESPEITO

MAS SE O RESPEITO NAO VEM

EXPULSA-TE DO SEU PEITO

 

publicado por sopa-de-letras às 07:33
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10
Jul 14

 

 

 

 

 

 

 

 

NAO USES UMA MULHER

PARA DE OUTRA TE VINGAR

NENHUMA DELAS VOLTA A SER

CAPAZ DE TE PERDOAR

 

 

publicado por sopa-de-letras às 07:24
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03
Fev 14

 

 

 

Meu Deus como dói amar

Nesta triste condição

Querer ver o sol brilhar

E afundar em escuridão

 

Nada pior que o amor

Por alguem que o nao merece

A gente suportando a dor

Querendo esquecer, e nao esquece

 

Na luta com nosso eu

Nao se consegue escapar

Tentando ganhar, ja perdeu

Nunca se sai a ganhar

 

Mas que porra de agonia

Grita a alma desvairada

Mas que triste `é cada dia

Mas que amarga a alvorada

 

Deviamos ter um botão

Se nao interessa...desliga

Porquê amar em solidão

Alguem que só nos castiga?

 

Se neste verso coubesse

Tudo o que a alma sente

Talvez então eu pudesse

Rir com gosto, novamente

publicado por sopa-de-letras às 16:59
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30
Jan 14

Domingo, 1 de Abril de 2012
QUANDO

 

 

Pintura de Joaquim Sorolla

 

 

 

Quando nas tuas fantasias

Fazes de mim tua mulher

O calor dessa paixao

Incendeia em mim

A ternura com que te olho.

Acendem-se no meu peito

Estrelas e luas

Iluminando o nosso firmamento .

Nesse instante, tudo se transforma

Meus olhos mostram-se enigmaticos

Meus labios, entreabrem-se

Antecipando o beijo

Que dos teus vira.

Minhas maos aguardam as tuas

Numa espera mole e quente.

Todo o meu ser grita

Aos sete mares

A sede que o devora.

 

Poema de MDM 01.04.2012

publicado por sopa-de-letras às 22:34
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30
Jan 14

Segunda-feira, 2 de Abril de 2012
MIRAGEM

 

 

Olhos postos no horizonte

Aguardando a tua chegada.

Sabia que um dia virias.

Esperei-te em cada uma

Das vidas que vivi.

 

Saltitando pelo pasto

Maos nos bolsos

Assobio melodioso

La vinhas tu.

E eu que tanto te esperei

Nao quis acreditar.

 

Achei que nao eras

Mais do que miragem

Que a qualquer instante

Se iria esfumar.

 

MDM 02.04.2012

publicado por sopa-de-letras às 22:30
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04
Jan 14

Trazer na alma uma procura constante

Viver a vida em permanente ansiedade

Tentar encontrar em cada instante

O caminho certo para a felicidade

 

Sentir que se encontrou a tal estrada

Depois de tanto caminho pamilhar

Seguir contudo na direccao errada

Ou`e burro, ou nao os tem no lugar

 

autor:MDM

publicado por sopa-de-letras às 23:03
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04
Jan 14

Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011
NADA SE CRIA...NADA SE PERDE

"Nada se cria...nada se perde...tudo se transforma" lei de Lavoisier, seculo XVIII

 

Nao se cria uma paixao

Apenas se descobre

No fundo do coracao

Conteudo muito nobre

 

Se `e puro esse sentir

Nunca se pode perder

E havemos de descobrir

O que ele nos vai trazer

 

Se tudo se transforma

Neste mundo de ilusao

Ganhara uma nova forma

O fulgor duma paixao

 

publicado por sopa-de-letras às 19:44
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04
Jan 14

SÁBADO, 26 DE NOVEMBRO DE 2011

DESENQUADRADA

Ser estranho essa Maria...

Nao pertence a este mundo de seres normais e previsiveis

Nao `e suave e delicada, como o deve ser uma mulher

Nao `e rude e ingenua como uma camponesa

Nao `e sofisticada e perfumada como uma citadina

Nao `e trabalhadora e esforcada como deve ser uma funcionaria

Nao `e protectora e preocupada como deve ser uma mae

Nao `e amorosa e dedicada como deve ser uma esposa

Nao `e apaixonada e louca como deve ser uma amante

Nao `e submissa e obediente como deve ser uma filha

 

Nao...nao `e nada disto essa Maria

Essa Maria nao `e um produto

Nao se deixa moldar pelas maquinas da fabrica

Que `e a sociedade...

 

Essa Maria `e tudo e nada

`e fogo e gelo

`e tristeza e alegria

`e odio e amor

`e pedra em bruto

disparando emocoes e sentimentos

exactamente como brotam da alma

sem os trabalhar

sem os lapidar

 

Ai essa Maria

 

publicado por sopa-de-letras às 09:01
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03
Jan 14

 

 

 

 

 

 

 

Tanta coisa que ela fez

Para ver o desejado

Era a primeira vez

Tudo bem planeado

 

Queria caçar a presa

Nao poderia escapar

E se houvesse  defesa

Ela havia de a furar

 

Aperaltou-se á  altura

E ate quase conseguiu

Mostrar tal formosura

Que ele corou quando a viu

 

Mas quando ela sorriu

Por obra do demo, talvez

A dentadura caiu

Estatelou-se a seus pes

 

Um tanto ou quanto atarantada

Baixou-se p'rá apanhar

Foi quando a saia apertada

Estoirou sem ela esperar

 

Tentou falar, mas grunhiu

Olhou-o sem pestanejar

Nisto ouviu-se o assobio

Da ventania a passar

 

Eis que a peruca lhe voa

E tao linda que ela estava !

Tinha-a pintado em Lisboa

La na rua onde morava

 

Só resta dizer adeus,

Pensava, com olhar ausente

Já agora, queira Deus

Que o silicone aguente

 

Frente a esta confusao

Ele teve pena dela

Sorrindo estendeu a mao

E afagou a magricela

 

publicado por sopa-de-letras às 20:37
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