POETA É O POVO
POESIA
06
Jan 16

 

O fado que sofre e chora
Que se arrasta pelo tempo
Umas vezes se enamora
Outras cai em desalento


Veio do povo e `e vulgar
Por vezes ate grosseiro
Mas se `e hora de agradar
Elegante e lisonjeiro


Cansado de vaguear
E de andar de lado em lado
Na guitarra vai matar
As saudades do passado


`E ve-lo, sorriso aberto
Com vontade de brincar
E ela ao senti-lo perto
Chora rios no seu trinar


E a perfeita comunhao
Entre a guitarra e o fado
`E tal que o coracao
Salta no peito agitado


Quem os escuta e os sente
Deixa escapar concerteza
A lagrima que `e patente
Da alma bem portuguesa
E
A um ouvido apurado
Nao escapa , em cada farra
Que a guitarra `e o proprio fado
E o fado  a propria guitarra

 

MP-08.11.2015
Ciclo do fado

publicado por sopa-de-letras às 22:59
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