POETA É O POVO
POESIA
04
Set 15

(imagem retirada da internet em busca no google)

 

DO LADO DE LA DA MINHA JANELA

AS FOLHAS SOLTAM-SE DA RAMAGEM

ROLAM SOBRE A SUA COR AMARELA

TINGINDO E MUDANDO A PAISAGEM

 

A BRISA ARREFECIDA TRAZ SETEMBRO

O TEMPO CORRE,  SEMPRE, VELOZ

EU DEFINHANDO ENQUANTO LEMBRO

O SOM MELODIOSO DESSA VOZ

 

SAUDADE DOLORIDA TAO PRESENTE

TEU CORPO QUE NAO VEJO AO ACORDAR

DESEJO LOUCO QUE MEU CORPO SENTE

E A CADA AMANHECER TE VAI BUSCAR

 

ES PARA MIM O TUDO E O NADA

A QUIMERA QUE ME MANTEM VIVA

ES A FELICIDADE INVENTADA

DESTA ALMA TAO SINGELA E TAO ALTIVA

 

publicado por sopa-de-letras às 06:50
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