POETA É O POVO
POESIA
04
Jan 15

Doi-me o ser e doi-me a vida

Doi-me o respirar ate

Esta angustia tao sofrida

Que volta a cada mare

 

No meu peito

 

Ja se nao deita o anseio

Ja nao acorda o prazer

Ha esta dor que me veio

Torturar e adormecer

Neste turpor das ausencias

Em que vivo mergulhada

Nem sinto ja as carencias

Desta alma abandonada

DSCF1247

BL-04.01.2015

 

 

 

publicado por sopa-de-letras às 23:14
Janeiro 2015
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