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29
Jan14

A TRISTEZA DE VIVER


sopa-de-letras

Quinta-feira, 4 de Outubro de 2012
A TRISTEZA DE VIVER

 

 

Ânsia de amar! Oh ânsia de viver!

um’hora só que seja, mas vivida

e satisfeita… e pode-se morrer,

- porque se morre abençoando a vida!

 

Mas ess’hora suprema em que se vive

quanto possa sonhar-se de ventura,

oh vida mentirosa, oh vida impura,

esperei-a, esperei-a, e nunca a tive!

 

E quantos como eu a desejaram!

e quantos como eu nunca a tiveram

uma hora de amor como a sonharam!

 

Em quantos olhos tristes tenho eu lido

o desespero dos que não viveram

esse sonho de amor incompreendido!

 

Poeta: Manuel Laranjeira (1877-1912)

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